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  • Como passar sonda nasogástrica – vídeo

    Como passar sonda nasogástrica – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=wVkWBUVLlhE&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como passar uma sonda nasogástrica pode ser bastante útil num contexto de urgência e emergência e também no cuidado contínuo de pacientes críticos ou crônicos.

    Através desse dispositivo, é possível realizar uma gama imensa de outros procedimentos, como a lavagem gástrica, a administração de carvão ativado, a administração de drogas para pacientes que não conseguem deglutir, entre outros.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, são descritas as principais funções da sondagem nasogástrica, bem como suas indicações, contraindicações e uma detalhada aula da técnica de como posicionar corretamente o dispositivo.

    Não se esqueça de ativar as legendas no canto inferior direito do vídeo caso elas não apareçam automaticamente ao apertar o botão de início.

    como passar sonda nasogástrica

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  • Resumo: História do SUS

    RESUMO: HISTÓRIA DO SUS

    Para baixar o resumo completo em .pdf, clique aqui.
    resumo história do sus
    ANTES DO SUS (modelo Bismarckiano)
    • CAPs / IAPs = centros e institutos de aposentadoria e pensão.
      • Pós-Vargas
      • Construção de hospitais para cada classe de trabalhador.
    • INPS
      • Era Militar: todos os institutos unificados / centralização.
      • Dinheiro gasto em outras obras: ponte Rio-Niteroi, transamazônica, Itaipu.
      • Sucateamento dos hospitais existentes.
      • Dinheiro público misturado com privado.
      • Acabou dinheiro para a previdência, pessoas não conseguiam se aposentar.
    • INAMPS
      • Mudou apenas o nome, a princípio.
      • Exames e procedimentos limitados a um número = corrupção e desvio de dinheiro com códigos falsos de procedimentos.
    OS PROBLEMAS
    • Acesso restrito.
    • Ênfase na cura.
    • Ministério da Saúde era apenas responsável por prevenção: saneamento e vacinação.
    • Ministério da Previdência: manejava todos os hospitais e ações curativas.
    • Medicina Ditatorial: sem autonomia dos pacientes.
    AS REFORMAS / DISCUSSÕES
    • REFORMA SANITÁRIA
      • Plano CONASP: concentrar nos municípios, controle regionalizado.
      • AIS: atenção integrada à saúde – município geriria os recursos enviados pela federação.
    • VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE (1986)
      • “Saúde é um direito de todos e um dever do Estado”.
      • SUDS – “descentralizado” – 1987.
      • Constituição 1988: cria o Sistema Único de Saúde.
      • Soluções propostas
        • Universalização.
        • Integridade.
        • Equidade.
        • Descentralização.
        • Regionalização / hierarquização.
        • Participação social.
    PRINCÍPIOS DO SUS
    • ÉTICOS / DOUTRINÁRIOS
      • Universalização = acesso a TODOS os cidadãos.
      • Integralidade = prevenção, cura e reabilitação.
      • Equidade = tratamento desigual para os desiguais (prioridade aos que precisam mais).
    • ORGANIZACIONAIS / OPERATIVOS
      • Descentralização = divisão de poderes.
      • Regionalização = municipalização.
      • Hierarquização = posto / hospital / diálise (níveis de atenção).
      • Participação social = Conselhos e Conferências de Saúde.
      • Resolubilidade = capacidade de resolver os problemas em cada nível, de forma integral.
      • Complementariedade = contratar o privado se necessário, com ênfase nas instituições filantrópicas ou privadas sem fins lucrativos (ou pagar apenas o procedimento, sem subsidiar lucros).
    • VÍDEO SOBRE OS PRINCÍPIOS DO SUS

    A EVOLUÇÃO DO SUS (modelo Beveridgiano)
    • LEI 8.080 (Funcionamento do SUS – LOAS)
      • Descreve o papel de cada gestor do SUS em cada esfera estratégica.
      • “Cabe à direção:”
        • Nacional: DEFINIR políticas.
        • Estadual: COORDENADOR políticas.
        • Municipal: EXECUTAR políticas.
      • Nacional pode executar? Sim! Vigilância de portos, aeroportos, fronteiras ou em situações especiais / inusitadas (p.e. ANVISA).
      • Setor privado: pode atuar de forma livre e complementar.
      • Dois artigos vetados por Collor: participação popular e alocação de recursos.
    • LEI 8.142 (Gastos e Participação Popular)
      • Transferência regular e automática de recursos.
      • Conselhos e Conferências.
        • 50% usuários.
        • 50% profissionais da saúde / prestadores de serviço / representantes do Governo.
    • CONSELHOS E CONFERÊNCIAS
      • Conselhos
        • Reunião mensal.
        • Controlam gastos e a execução da saúde.
        • Poder permanente e deliberativo (sem interferência do legislativo).
      • Conferências
        • Reunião de 4 em 4 anos.
        • Convocadas pelo Executivo ou pelos Conselhos.
        • Avaliam e criam Diretrizes da Política de Saúde.
    • NOB 91 
      • Centraliza a gestão no nível federal (???).
      • Municípios de comportam como prestadores de serviço (???).
      • Recebimento conforme a produção (???).
      • LEI SEM NOÇÃO.
      • Feita para ganhar tempo na transição.
    • NOB 92
      • Sem importância.
    • IMPEACHMENT DO COLLOR
      • Cortes de até 90% nos repasses.
      • Reemergência de doenças.
      • Caos na saúde nacional.
    • NOB 93
      • Municipalização = municípios viram gestores para contornar o caos.
      • Optaram entre gestão incipiente, parcial e semiplena.
      • Transferência regular e automática
        • Cálculo baseado no número de habitantes.
      • Comissões Intergestores
        • Bipartite: estados e municípios (COSEMS).
        • Tripartite: Ministério da Saúde, estados (CONASS) e municípios (CONASEMS).
          • Ministério da Saúde + NAs.
    • NOB 96
      • Poder Pleno do Município
        • Gestão Plena da Atenção Básica
          • Atenção Básica.
        • Gestão Plena do Sistema Municipal
          • Atenção Básica, Media e Alta Complexidade.
      • Piso da Atenção Básica (PAB)
        • Fixo / Variável.
          • Saúde da escola, do adolescente, bucal, família, NASF, PMAQ, academias de saúde, consultórios de rua, atenção domiciliar, equipe multidisciplinar de apoio.
    • NOAS 2001 / 2002
      • Equidade nos recursos e no acesso à saúde.
      • Regionalização organizada
        • Acesso à saúde o mais próximo da residência.
        • Região de saúde: aglomerado de municípios que tem uma identidade territorial, geográfica, cultural, muito próxima => unidade funcional da saúde.
        • Município referencia recebe dinheiro para prover média complexidade a toda a região.
      • Ampliação da Atenção Ambulatorial
        • PAB ampliado
          • Observação na urgência.
          • Atendimento domiciliar (médico / enfermeiro).
          • Cirurgias ambulatoriais.
          • ECG, teste imunológico de gravidez.
    • PACTO DE SAÚDE 2006
      • Pacto em Defesa
        • Social / $$$.
      • Pacto em Gestão
        • Esferas / reafirmar papel dos gestores.
      • Pacto pela Vida
        • Saúde do idoso.
        • Câncer de mama e colo uterino.
        • Mortalidade infantil e materna.
        • Doenças emergentes e endemias (dengue, lepra, tuberculose, malária e influenza).
        • Promoção à saúde (qualidade de vida).
        • Atenção básica (PSF / ESF).
    • PRIORIDADES PELA VIDA (importante)
      • Pacto pela Vida de 2009.
      • Saúde Mental (CAPS).
      • Saúde do Homem.
      • Saúde do Trabalhador.
      • Pessoas com deficiência.
      • Pessoas em risco de violência.
      • Hepatite e AIDS.
      • Saúde Oral (bucal).
    • PRINCÍPIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA (Bárbara Starfield)
      • PRINCIPAIS
        • Primeiro contato = porta de entrada (acessibilidade).
        • Longitudinalidade = acompanhamento / vínculo.
        • Integralidade = integral / completo.
        • Coordenação = integração do cuidado.
      • SECUNDÁRIOS
        • Enfoque familiar = na família / genograma / três gerações e suas relações.
        • Orientação comunitária = contato com a comunidade / conduta compartilhada.
        • Competência cultural = facilitar a relação.
    • ATENÇÃO PRIMÁRIA 
      • Portarias 648/2006 e 2488/2011.
      • Áreas estratégicas.
      • As oito características:
        • Princípios Principais.
        • Reabilitação também faz parte do básico.
        • Integral 40 horas semanais (médico pode 20h).
        • Equipe multidisciplinar: um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e 4-6 agentes comunitários de saúde.
        • Acolhimento / autonomia do paciente.
        • Reorientação / substitutivo => centrado na pessoa.
        • Elevada complexidade (atender de tudo) / baixa densidade (pouca estrutura).
        • Adscrição de clientela / territorialização (ideal 3000 / máximo 4000 pessoas)
      • Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF)
        • Não é porta de entrada.
        • NASF 1: 5-9 ESF, com no mínimo 5 profissionais.
        • NASF 2: 3-4 ESF, com no mínimo 3 profissionais.
        • NASF 3: 1-2 ESF, com no mínimo 2 profissionais.
    FINANCIAMENTO DO SUS
    • Seguridade social financia a Saúde e a Previdência Social.
      • Impostos sociais: COFINS, CSLL, CPMF.
      • Principal fonte: desconto em folha do INSS.
        • Não vai dinheiro para saúde, apenas previdência.
    • “O financiamento do SUS é uma responsabilidade comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
    • EC 29 (2000) => LEI 141 (2012) => EC 86 (2015)
      • União: 15% da receita vai para a Saúde.
      • Estados: 12%.
      • Municípios: 15%.
    • Seis blocos de recursos
      • Atenção básica: PAB fixo e variável.
      • MAC: média e alta complexidade – SAMU, UPA, transplante, diálise, pesquisas.
      • Vigilância da saúde: epidemiológica / ambiental / sanitária.
      • Ações farmacêuticas: medicamentos fornecidos pelo governo.
      • Gestão
      • Investimentos em saúde
  • Resumo: Saúde do Trabalhador e Intoxicações

    SAÚDE DO TRABALHADOR E INTOXICAÇÕES

    Para baixar o resumo completo em .pdf, clique aqui.

     resumo intoxicaçõesFig. 1 – Linhas de Burton (cinza azulado) da intoxicação por chumbo.

     

    DECLARAÇÃO VS. CERTIDÃO 
    • DECLARAÇÃO
      • Morte natural
        • Com assistência médica
          • PSF, particular, ambulância, plantonista, substituto.
          • Médico assistente preenche.
        • Sem assistência médica
          • Se ninguém prestava atendimento, SVO preenche.
          • Se não houver SVO, médico público ou qualquer médico preenche.
          • Sem médico: 2 testemunhas + responsável (Cartório).
      • Morte suspeita ou violenta
        • IML.
        • Se não houver IML: médico “perito” eventual.
    • CERTIDÃO 
      • Documento emitido pelo cartório após entrega da DO via amarela.
    ACIDENTES DE TRABALHO
    • DEFINIÇÕES 
      • Lesão, doença ou morte.
      • Leva a incapacidade temporária ou permanente do trabalhador.
      • Trabalhadores formais e informais.
      • Acidentes típicos e de trajeto.
      • Adequar o trabalho ao trabalhador.
    • NOTIFICAÇÕES (clique aqui para a lista de notificações do Ministério da Saúde)
      • Notificação compulsória
        • Para todos os trabalhadores, mortais e informais.
      • Comunicação do Acidente de Trabalho
        • Exclusiva de trabalhadores formais.
        • Emitir no primeiro dia útil após o acidente.
        • Acidente fatal: notificação e investigação imediata.
        • Qualquer pessoa pode preencher a CAT.
        • Qualquer médico pode preencher os dados médicos da CAT.
        • Doenças degenerativas, endêmicas e que não incapacitem não serão consideradas acidente de trabalho.
    • CLASSIFICAÇÃO DE SCHILLING
      • I = o trabalho é a causa
        • Ex.: pneumoconioses, benzenismo, hidrargirismo etc.
      • II = o trabalho é um fator de risco
        • Ex.: HAS, câncer, doenças locomotoras etc.
        • Exceção: síndrome do esgotamento profissional.
      • III = o trabalho é um agravante
        • Ex.: asma, transtornos mentais etc.
    ESGOTAMENTO PROFISSIONAL (BURN-OUT)
    • GENERALIDADES
      • Prevalência de 4%, chegando a 40% em médicos.
      • Risco maior em mães solteiras e mulheres em geral.
      • Trabalho com pessoas é fator de risco.
      • Schilling II.
    • CLÍNICA
      • Exaustão emocional.
      • Despersonalização.
      • Diminuição do envolvimento.
      • Fadiga crônica, cefaleia, alterações do sono, sonolência diurna.
    • PREVENÇÃO
      • Horário rígido e estabelecido de trabalho.
      • Atividade social.
      • Atividade esportiva.
    EXPOSIÇÕES LABORAIS
    • BENZENO
      • Benzenismo.
      • Associado à indústria petrolífera e siderurgia.
      • Mielotóxico.
      • Investigação: história ocupacional + hemograma.
    • CHUMBO
      • Saturnismo.
      • Associado à indústria de tintas e baterias.
      • Dor abdominal, gota, HAS, linha gengival (linha de Burton), anemia sideroblástica.
    • MERCÚRIO
      • Hidrargirismo.
      • Associado à fabricado de termômetros e barómetros, lâmpadas e cloro-soda.
      • Síndrome nefrítica e acúmulo cerebral.
    • CROMO
      • Galvanoplastia (cromagem) e cortumes (indústria de couro).
      • Irritação e câncer de pulmão.
    • CÁDMIO 
      • Contaminação de solo e lençol freático.
      • Osteoporose com fraturas patológicas.
      • Liga com o fosfato dos ossos.
    • ARSÊNICO
      • Insípido e inodoro.
      • Queimadura.
      • Odor de alho em líquidos corporais.
      • Destruição dos órgãos internos quando consumido.
    PREVENÇÃO DE DOENÇAS 
    • HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS
      • Agente + paciente suscetível + meio ambiente.
      • Período pré patogênico
        • Não houve interação entre a pessoa e o fator causador.
        • Fatores ambientais, sociais, genética.
      • Período patogênico
        • Interação estímulo-indivíduo suscetível.
        • Alterações bioquímicas, fisiológicas, histológicas – período de incubação.
        • Rompimento do horizonte clínico.
        • Presença de sinais e sintomas.
        • Defeitos permanente / cronicidade.
      • Desenlace
        • Sequelas, defeitos permanente, cronicidade.
    • PREVENÇÃO 
      • Pré-patogênico = Primária
        • Promoção à saúde (primordial)
          • Moradia, alimentação, higiene.
        • Proteção específica
          • Vacinas, controles de vetores.
          • Uso de capacete, uso de preservativos, aconselhamento genético.
      • Patogênico = Secundária
        • Diagnóstico e tratamento precoce.
        • Exames periódicos, inquéritos, isolamento de casos.
        • Limitação da invalidez, evitar sequelas.
      • Desenlace = Terciária
        • Reabilitação, fisioterapia.
      • Evitar a iatrogenia = Quaternária
        • Medicalização.
    VIGILÂNCIA DA SAÚDE
    • CONCEITOS
      • Controlar doenças.
      • Coletar dados para ações de prevenção e controle.
      • Notificação é o principal instrumento.
    • NOTIFICAÇÃO
      • Comunicar um agravo a autoridade de saúde.
      • Qualquer cidadão pode notificar na suspeita de doença.
      • Normal (semanal) / imediata (24h).
      • Agravos nacionais e internacionais, agravos estaduais e municipais, agravos desconhecidos (vigilância epidemiológica).
    • CRITÉRIOS PARA INCLUSÃO
      • Magnitude
        • Frequência / importância,
        • Prevalência e incidência.
      • Disseminação
        • Fonte de infecção.
      • Transcendência
        • Consequências e gravidade.
      • Vulnerabilidade
        • É controlável?
      • Internacionais
        • Varíola, Influenza H5N1, Poliomielite e SARS.
      • Eventos inusitados.
        • Epidemias, novos agentes.
    • MNEMÔNICOS 
      • Internacionais / VIPS
        • Varíola, Influenza H5N1, Poliomielite e SARS.
  • Como coletar swab de nasofaringe – vídeo

    Como coletar swab de nasofaringe – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=L8I7mum4eZw&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como coletar swab de nasofaringe em seus pacientes pode ser uma habilidade valiosa para o direcionamento diagnóstico das condições que afetam as vias aéreas superiores. Obter uma amostra adequada depende da correta aplicação de preceitos técnicos muito bem determinados. Assim como na análise do escarro, o espécime na ponta algodonada do instrumento deve seguir padrões rigorosos.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, você aprenderá todos os passos necessários para uma coleta com mínimo desconforto de mais eficácia para o corpo clínico e para o paciente, evitando assim ter de repetir o procedimento por material insuficiente ou insatisfatório.

    como coletar swab de nasofaringe

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  • Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco – SES-PE 2018

    log-gov-peSecretaria Estadual de Saúde de Pernambuco – SES-PE 2018

    A SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE/PE torna público que será realizado através do Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco – IAUPE, o PROCESSO SELETIVO DA RESIDÊNCIA MÉDICA para o ano de 2018, de acordo com as normas e resoluções da Comissão Nacional de Residência Médica – CNRM/MEC e normas da Secretaria Estadual de Saúde/PE.

    Data da Prova: 08/12/2017

    Valor: R$450,00

    Inscrições: 16/10/2017 a 12/11/2017

    Realizadas no site www.upenet.com.br

    Vagas

    • Acupuntura – 02 vagas
    • Anestesiologia – 32 vagas*
    • Cirurgia Cardiovascular – 08 vagas
    • Cirurgia Geral – 46 vagas**
    • Clinica Médica – 105 vagas***
    • Dermatologia – 10 vagas
    • Infectologia – 11 vagas
    • Medicina da Família e Comunidade – 74 vagas
    • Medicina Nuclear – 02 vagas
    • Neurocirurgia – 05 vagas****
    • Neurologia – 12 vagas
    • Obstetrícia e Ginecologia – 57 vagas
    • Oftalmologia – 20 vagas
    • Ortopedia e Traumatologia – 47 vagas
    • Otorrinolaringologia – 06 vagas
    • Patologia – 04 vagas
    • Pediatria – 56 vagas
    • Psiquiatria – 21 vagas
    • Radiologia e Diagnóstico por Imagem – 22 vagas
    • Radioterapia – 01 vaga

    *01 vaga para Serviço Militar

    **01 vaga para Serviço Militar

    ***07 vagas para Serviço Militar

    ****01 vaga para Serviço Militar

    Vagas com Pré-Requisito

    • Alergia e Imunologia – 02 vagas
    • Alergia e Imunologia Pediátrica – 02 vagas
    • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular – 01 vaga
    • Cancerologia Cirúrgica – 06 vagas
    • Cancerologia Clínica – 12 vagas
    • Cancerologia Pediátrica – 04 vagas
    • Cardiologia – 40 vagas
    • Cardiologia Pediátrica – 04 vagas
    • Cirurgia da Mão – 04 vagas
    • Cirurgia de Cabeça e Pescoço – 02 vagas
    • Cirurgia do Aparelho Digestivo – 06 vagas
    • Cirurgia Pediátrica – 03 vagas
    • Cirurgia Plástica – 06 vagas
    • Cirurgia Torácica – 02 vagas
    • Cirurgia Vascular – 16 vagas
    • Clínica Médica R3 – 05 vagas
    • Coloproctologia – 03 vagas
    • Ecocardiografia – 14 vagas
    • Eletrofisiologia Clínica Invasiva – 02 vagas
    • Endocrinologia – 09 vagas
    • Endocrinologia Pediátrica – 05 vagas
    • Endoscopia Digestiva – 03 vagas
    • Endoscopia Ginecológica – 02 vagas
    • Endoscopia Respiratória – 01 vaga
    • Gastroenterologia – 06 vagas
    • Gastroenterologia Pediátrica – 03 vagas
    • Geriatria – 11 vagas
    • Hansenologia – 01 vaga
    • Hematologia e Hemoterapia Pediátrica – 02 vagas
    • Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – 06 vagas
    • Hemoterapia e Hematologia – 06 vagas
    • Hepatologia – 02 vagas
    • Infectologia Pediátrica – 02 vagas
    • Mastologia – 08 vagas
    • Medicina do Sono – 02 vagas
    • Medicina Fetal – 03 vagas
    • Medicina Intensiva – 16 vagas
    • Medicina Intensiva Pediátrica – 04 vagas
    • Medicina Paliativa R3 – 02 vagas
    • Nefrologia – 12 vagas
    • Nefrologia Pediátrica – 02 vagas
    • Neonatologia – 15 vagas
    • Neurologia Pediátrica – 02 vagas
    • Neurorradiologia – 01 vaga
    • Pneumologia – 09 vagas
    • Pneumologia Pediátrica – 03 vagas
    • Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia – 04 vagas
    • Reumatologia – 03 vagas
    • Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia – 01 vaga
    • Urologia – 10 vagas
    • Videolaparoscopia R3 – 02 vagas

    Editais: EDITAL_SES-PE_2018

    ERRATA_SES-PE_2018

    ERRATA02_SES-PE_2018

  • Resumo: Dor Torácica

    RESUMO: DOR TORÁCICA

    Para baixar o resumo completo em .pdf, clique aqui.

    resumo dor torácica
    Fig. 1 – Classificação de Stanford e DeBakey para dissecção de aorta.

    AVALIAÇÃO INICIAL: clínica + ECG + radiograma de tórax.
    CAUSAS
    • CARDÍACAS
      • Isquêmica.
      • Dissecção de aorta.
      • Pericardite.
      • Cardiomiopatia.
      • Valvopatias.
    • NÃO CARDÍACAS
      • Pleuropulmonar.
      • Gastrintestinal.
      • Músculo-esquelética.
      • Herpes-zóster.
      • Psicogênica.
    ANGINA
    • DEFINIÇÃO 
      • Dor ou desconforto retroesternal.
      • Piora com estresse ou exercício.
      • Alívio com repouso ou nitrato.
    DISSECÇÃO AÓRTICA
    • QUADRO CLÍNICO
      • Dor torácica intensa e súbita.
        • Aorta ascendente
          • IAM.
          • Insuficiência aórtica.
          • Tamponamento cardíaco.
        • Arco aórtico
          • Subclávia: diferença de PA entre membros.
          • Carótida: sincope / AVEi.
        • Aorta descendente
          • Hemotórax.
          • Isquemia mesentérica.
          • Isquemia renal.
    • DIAGNÓSTICO 
      • Estável
        • RNM de tórax.
      • Instável
        • Ecocardiograma transesofágico.
      • Se indisponíveis ou contraindicados
        • Angiotomografia de tórax.
    • CLASSIFICAÇÃO
      • De Bakey
        • Aorta toda = 1
        • Aorta ascendente = 2
        • Aorta descendente = 3
      • Stanford
        • Se pegar aorta ascendente = A
        • Se não pegar = B
    • TRATAMENTO
      • Clínico
        • Betabloqueador: esmolol, propranolol, metoprolol.
        • Nitroprussiato de sódio.
        • Labetalol: bloqueio alfa e beta.
        • Alvos: PAS = 100-110 mmHg / FC < 60 bpm.
      • Cirúrgico
        • Tipo A
          • Cirurgia sempre.
        • Tipo B
          • Cirurgia apenas em casos complicados.
    PERICARDITE
    • DEFINIÇÃO
      • Inflamação do pericárdio.
      • Viral ou idiopática.
    • CLÍNICA E COMPLEMENTARES
      • Dor pleuritica, postural-dependente: melhora sentado inclinado pra frente.
      • Som áspero, sistólico e diastólico: atrito pericárdico.
      • ECG com supradesnivelamento ST côncavo em todas as derivações.
      • Infradesnivelamento de PR: mais específico.
      • Radiografia: aumento da área cardíaca, coração em moringa.
      • Ecocardiograma: derrame pericárdico.
    • TIPOS
      • Aguda
        • Idiopática / Vírus (Coxsackie B).
        • Dor contínua, pleurítica, piora deitado, melhora sentado.
        • Atrito pericárdico sistodiastólico.
      • Subaguda
        • Hipotireoidismo.
        • Derrame grande e assintomático.
      • Constrictiva
        • Tuberculose.
        • Turgescia jugular, sinal de Kussmaul, hepatomegalia.
        • Síndrome de restrição diastólica.
    • TRATAMENTO
      • AINE.
      • Colchicina: evitar recorrência.
      • Corticoide em refratários.
      • Pericardiectomia em caso de constritiva.
    ESPASMO ESOFAGIANO DIFUSO
    • DEFINIÇÃO
      • Intensas contrações esofágicas.
      • Difusas e ineficazes.
    • CLÍNICA
      • Cólica esofágica / angina esofágica.
      • Disfagia.
    • DIAGNÓSTICO 
      • Esofagografia baritada: esôfago em saca rolhas.
      • Esofagomanometria com teste provocativo com edrofônio.
    • TRATAMENTO
      • Nitrato ou antagonistas do cálcio.
      • Antidepressivos, sildenafil, Botox® (toxina botulínica).
      • Refratário: esofagomiotomia longitudinal.
    DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
    • GENERALIDADES
      • Angina estável: isquemia crônica.
      • Angina instável / IAM: síndrome coronariana aguda.
      • Prinzmetal: homem, vasoespasmo, supra ST transitório.
      • Microvascular (Síndrome X): mulheres, disfunção distal e endotelial.
      • Silenciosa / atípica: idoso, DM, renal crônico, transplantado.
    • ISQUEMIA CRÔNICA
      • Abordagem
        • PADRÃO-OURO: Coronariografia (CAT)
          • Causa indefinida.
          • Angina limitante e refratária.
          • Alto risco com outros testes: isquemia com baixa carga, múltiplos défices de perfusão.
        • ECG de repouso: inversão de ST / infradesnivelamento de segmento ST.
        • Teste ergométrico
          • Teste positivo: infra ST > 1 mm.
          • Infra retificado ou descendente.
          • Limitações: condicionamento físico, artrose, paraplegia.
        • Perfusão por radionuclídeos (PET e cintilografia)
          • Teste positivo: defeito na perfusão durante esforço.
          • Vantagens: localiza melhor a lesão, avalia viabilidade miocárdica
        • Testes anatômicos
          • AngioTC de coronárias
            • VPN elevado.
          • AngioRNM de coronárias.
      • Conduta
        • Terapia anti-isquêmica
          • Betabloqueador (ou antagonista dos canais de cálcio).
          • iECA (se HAS, DM, IC ou DRC).
          • Nitratos sintomáticos.
        • Terapia antitrombótica
          • AAS (ou clopidogrel).
          • Estatina (independente do LDL).
        • Outras
          • Ivabradina.
          • Trimetazidina.
          • Ranolazina.
        • Refratários
          • CAT: intervenção por cirurgia ou angioplastia?
          • Cirurgia: tronco da ACE, DA proximal, trivascular, pacientes diabéticos, disfunção do VE.
    SÍNDROME CORONARIANA AGUDA
    • GENERALIDADES
      • Placa instável
      • Suboclusão: sem supra ST.
        • Angina instável.
        • IAM subendocárdico.
      • Oclusão total: com supra ST.
        • IAM transmural.
    • ABORDAGEM
      • Clínica.
      • ECG realizado e interpretado em 10 minutos.
      • Marcador de necrose miocárdica: troponina 0-3h (0-1h).
    • CONDUTA GERAL
      • Terapia anti-isquêmica
        • Betabloqueador (preferência VO).
        • iECA (aguardar estabilidade).
        • Morfina, O2, nitrato.
      • Terapia antitrombótica
        • AAS + clopidogrel / ticagrelor (Brilinta®).
        • Estatina (atorvastatina).
        • Heparina.
      • Situações especiais
        • Uso de sildenafil nas últimas 24h: não fazer nitrato.
        • Intoxicação por cocaína: não fazer betabloqueador.
        • IAM de VD: não fazer morfina, nitrato ou betabloqueador.
    • TERAPIA ESPECÍFICA
      • SEM SUPRA ST
        • Alto risco
          • Conduta invasiva: internar em UCTI, cateterismo cardíaco (2-72h).
        • Não alto risco
          • Conduta conservadora: otimizar medicação e avaliar evolução (dor/ECG/marcador) + teste pré-alta.
        • Estratificação
          • Muito alto
            • Fatores: angina refratária, recorrente ou em repouso, instabilidade hemodinâmica ou IC aguda, TV sustentada ou FV.
            • CONDUTA: invasiva imediata até 2h.
          • Alto
            • Fatores: GRACE > 140, alteração da troponina, alterações ST e T.
            • CONDUTA: invasiva precoce até 24h.
          • Moderado
            • Fatores: TIMI > 2, diabetes, renal crônico, FE < 40%, revascularização prévia.
            • CONDUTA: invasiva retardada até 72h.
      • COM SUPRA ST
        • Terapia padrão: MONABC.
        • Reperfusão imediata
          • Sintoma compatível.
          • Tempo de até 12h.
          • Supra ST em duas derivações consecutivas ou BRE novo.
        • Trombolítico
          • Indicação: tempo > 90-120 minutos para angioplastia ou pra encaminhar.
            • Fazer em até 30 minutos.
            • Estreptoquinase, tPA, rPA, TNK.
            • Senão reperfundir, encaminhar para angioplastia.
            • Contraindicações
              • PA < 185 x 100 mmHg.
            • Sangramento ativo ou risco para SNC (AVEh, AVEi ou TCE < 3 meses, tumor).
          • Critérios de reperfusão
            • Melhora da dor.
            • Redução de 50% do supra ST.
            • Arritmias de reperfusão.
        • Angioplastia
          • Indicações: tempo < 90-120 minutos para a realização, contraindicações ao trombolítico, choque, dúvida diagnóstica.
    • COMPLICAÇÕES
      • Arritmia
        • FV é a principal causa da óbito.
        • CDI se: PCR, TV sustentada, FE < 30%.
      • Hemodinâmica
        • Abordagem do choque cardiogênico.
        • Atentar se for IAM de VD: não usar morfina, nitrato e betabloqueador.
      • Mecânica
        • Sopro novo: insuficiência mitral, CIV.
        • CIV: sopro suave, fino, borda esternal esquerda.
      • Dolorosa
        • Angina: alto risco, CAT imediato.
        • Pericardite aguda por contiguidade ou Síndrome de Dressler (imune-mediada).
  • Como colocar um dreno de tórax – vídeo

    como pegar acesso venoso periféricoComo colocar dreno de tórax – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=RLC6mnyPwpI&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    O dreno de tórax é uma ferramenta fundamental para o atendimento em Urgência e Emergência, já que permite o acesso à cavidade pleural para a drenagem de líquidos de variadas densidades. Sua correta colocação depende de técnica e de treino.

    Com este vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, você aprenderá todos os passos para a decisão de colocação do aparato e também todas as informações pertinentes à sua indicação, retirada e cuidado.

    Por ser frequentemente requisitada em provas práticas de Residência Médica, principalmente nas faculdades paulistas, decidimos oferecer esse conteúdo a nossos visitantes.

    Não se esqueça de ativar as legendas no canto inferior direito do vídeo caso elas não apareçam automaticamente ao apertar o botão de início.

    dreno de tórax

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  • Oftalmoclínica São Gonçalo 2018

    oftalmoclinicaOftalmoclínica São Gonçalo 2018

    Com o presente edital, a Oftalmoclínica/Hospital de Olhos São Gonçalo, faz saber aos interessados que estarão abertas as inscrições ao Processo Seletivo de Admissão ao Primeiro Ano de Residência Médica em Oftalmologia para o ano de 2018.

    Data da Prova: 11/12/2017

    Valor: R$340,00

    Inscrições: 30/10/2017 a 29/11/2017

    Realizadas no site www.oftalmoclinicasg.com.br

    Vagas

    • Oftalmologia – 02 vagas

    Edital: EDITAL_OFTALMOCLINICA_2018

     

  • Instituto D’or de Pesquisa e Ensino – IDOR 2018

    IdorInstituto D’or de Pesquisa e Ensino – IDOR 2018

    As Comissões de Residência Médica do Hospital Barra D’Or, Hospital Copa D’Or e do Hospital Quinta D’Or, unidades hospitalares da Rede D´Or São Luiz, representadas pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) tornam pública a abertura das inscrições e o estabelecimento das normas relativas à seleção de candidatos aos programas de Residência Médica em Cardiologia, Clínica Médica, Hematologia e Hemoterapia, Medicina Intensiva, Oncologia Clínica, Pediatria e Radiologia, com início previsto para março de 2018, de acordo com as Normas e Resoluções emanadas da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação (CNRM/MEC). Os Programas de Residência Médica (PRM) que estão contidos neste documento encontram-se credenciados pela CNRM.

    Data da Prova: 10/12/2017

    Valor: R$250,00

    Inscrições: 30/10/2017 a 01/12/2017

    Vagas

    • Clinica Médica – 10 vagas
    • Radiologia e Diagnóstico por Imagem – 04 vagas
    • Pediatria – 06 vagas

    Vagas com Pré-Requisito

    • Cardiologia – 02 vagas
    • Hematologia e Hemoterapia – 02 vagas
    • Medicina Intensiva – 04 vagas
    • Oncologia Clínica – 02 vagas

    Edital: EDITAL_IDOR_2018

     

  • Associação Fluminense de Assistência à Mulher, à Criança e ao Idoso – AFAMCI 2018

    associaçao fluminenseAssociação Fluminense de Assistência à Mulher, à Criança e ao Idoso – AFAMCI 2018

    A Direção da Associação Fluminense de Assistência à Mulher, à Criança e ao Idoso (AFAMCI), por meio de sua Comissão de Residência Médica (COREME), com o apoio da Coordenação de Pós-Graduação da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), pelo presente edital, divulga a abertura das inscrições e estabelece  normas para o concurso de Residência Médica para preenchimento de vagas no ano de 2018.

    Data da Prova: 04/12/2017

    Valor: R$600,00

    Inscrições: 06/11/2017 a 24/11/2017

    Vagas

    • Neonatologia – 05 vagas
    • Obstetrícia e Ginecologia – 02 vagas*
    • Pediatria – 10 vagas

    *01 vaga reservada para Serviço Militar.

    Edital: EDITAL_AFAMCI_2018