Autor: Daniel Modolo

  • Como passar sonda vesical em homens – vídeo

    como passar sonda vesical em homens

    Como passar sonda vesical em homens – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=szvwsuyB0DE&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como passar sonda vesical em homens, um procedimento também chamado de cateterismo vesical, é uma técnica essencial para as desobstruções agudas do trajeto urinário e para o acesso à urina do paciente em diversas situações.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, você aprenderá todos os passos necessários para a passagem de uma sonda vesical (cateter vesical) com sucesso e segurança.

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  • Resumo: Síndromes Diarreicas

    RESUMO: SÍNDROMES DIARREICAS

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    resumo sindromes diarreicas

    • CLASSIFICAÇÃO 
      • Alta ou Baixa (topografia)
        • Alta = delgado = volumosa, baixa frequência, sem tenesmo.
        • Baixa = colônica = pouco volume, alta frequência, com tenesmo.
      • Invasiva ou Não-Invasiva (gravidade)
        • Invasiva (disenteria) = com sangue, muco e pus.
        • Não-invasiva = sem sangue, muco e pus.
      • Aguda ou Crônica (sugere etiologia)
        • Aguda = menos de 2 semanas.
        • Crônica = mais de 4 semanas.
    DIARREIAS AGUDAS (INFECÇÕES)
    CAUSAS
    • Vírus (mais comum):
      • Norovírus (adultos)
      • Rotavírus (crianças < 2 anos).
    • Bactérias:
      • E. coli (EHEC O157:H7) -> SHU.
      • Shigella sp. -> SHU / Alterações do SNC (crises convulsivas).
      • Campylobacter jejuni -> síndrome de Guillain-Barré.
      • Salmonella sp. -> infecções a distância.
      • Campylobacter e Yersinia -> pseudoapendicite.
    ABORDAGEM
    • Investigar quando:
      • Desidratação, fezes com sangue, febre alta, sem melhora após 48h, idosos, imunocomprometidos, uso recente e antibióticos.
    • Exames:
      • Hemograma completo, bioquímica (eletrólitos e FR), exame das fezes com EPF.
    • Tratamento:
      • Hidratação.
      • Imosec® (loperamida) = NÃO USAR em disenteria.
    1) COLITE PSEUDOMEMBRANOSA (C. difficile)
    • Fator de risco: uso recente de antibiótico (clindamicina / cefalosporina / quinolona).
    • Diagnóstico: pesquisa de toxina nas fezes OU cultura OU colonoscopia.
    • Tratamento:
      • Casos leves: Flagyl® (metronidazol).
      • Casos graves: Vancocin® ORAL (vancomicina).
    DIARREIAS CRÔNICAS 
    1) DOENÇA CELÍACA (ESPRU CELÍACO)
    • ETIOLOGIA:
      • Reação à proteína do glúten: trigo, centeio e cevada.
    • CLÍNICA:
      • Variável: Assintomático / disabsorção parcial (Ca, Fe, esteatorreia) / disabsorção total / paranoia / depressão / ataxia
      • Condições associadas: dermatite herpetiforme, deficiência de IgA, síndrome de Down, linfoma e adenocarcinoma de jejuno.
    • DIAGNÓSTICO:
      • EDA + biópsia: padrão-ouro.
      • Sorologia:
        • Antitransglutaminase tecidual IgA (mais acurado)
        • Antigliadina IgA e IgG (crianças menores de 18 meses)
        • Antigliadina deaminada IgG (em casos de deficiência de IgA)
        • Antiendomísio IgA (mais específico)
    • TRATAMENTO:
      •  Dieta livre de glúten.
    2) DOENÇA DE WHIPPLE
    • ETIOLOGIA:
      • Tropheryma whipplei (bacilo Gram negativo).
    • CLÍNICA:
      • Início: artralgia migratória +- artrite.
      • Fase mais avançada: diarreia disabsortiva.
      • Outras: cefaleia / uveíte / demência.
      • Mioarritmia oculomastigatória.
    • DIAGNÓSTICO:
      • Biópsia com macrófagos PAS-positivos.
    • TRATAMENTO:
      • Bactrim F® (800+160) por um ano.
    3) PROTOZOÁRIOS INTESTINAIS
    • Unicelulares e não causam eosinofilia.
    • 90% portadores assintomáticos, mas necessita tratamento.
    • ETIOLOGIA:
      • Giardia lamblia.
      • Entamoeba hystolitica.
    • DIAGNÓSTICO:
      • Detecção de trofozoítas ou cistos nas fezes.
    • TRATAMENTO:
      • Derivados nitroimidazólicos: Flagyl® (metronidazol), Secnidal® (secnidazol), Pletil® (tinidazol).
      • Annita® (Nitazoxanida)
    • DIFERENÇAS:
      • Amebíase:
        • INVASIVA no cólon: disenteria, ameboma, abscessos hepáticos.
        • Complementar tratamento com teclozan ou etofamida.
      • Giardíase:
        • NÃO-INVASIVA do delgado: má-absorção / atapetamento.
        • Resistente a cloração da água.
    4) HELMINTÍASES 
    • CARACTERÍSTICAS BÁSICAS:
      • Visíveis.
      • Rash cutâneo.
      • Eosinofilia com ciclo pulmonar de Loss.
      • Maioria assintomática.
    • CLÍNICA:
      • Diarreia e dor abdominal.
        • Síndrome de Löeffler: tosse seca, infiltrado pulmonar migratório, eosinofilia.
          • SANTA: Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Toxocara canis, Ascaris lumbricoides.
    • TRATAMENTO:
      • Derivados imidazólicos: Zentel® (albendazol), Pantelmin® (mebendazol), tiabendazol.
    ASCARIDÍASE
    • ETIOLOGIA: Ascaris lumbricoides.
    • HABITAT: delgado.
    • CLÍNICA:
      • Intestinal inespecífico / Löeffler / cólica biliar, pancreatite / suboclusão intestinal.
    • DIAGNÓSTICO:
      • EPF com pesquisa de ovos.
    • TRATAMENTO:
      • Derivados imidazólicos.
      • Outros: Ascaridil® (levamisol), pamoato de pirantel.
      • Suboclusão intestinal: suporte (SNG + hidratação), piperazina, óleo mineral e “bendazol” após eliminação.
    TOXOCARÍASE (Larva migrans visceral)
    • Cachorro é hospedeiro definitivo, homem é acidental.
    • É o “Ascaris do cachorro”.
    • ETIOLOGIA: Toxocara canis.
    • CLÍNICA:
      • Hepatomegalia / ciclo pulmonar / eosinofilia (bastante intensa).
      • Doença sistêmica.
    • DIAGNÓSTICO:
      • Sorologia (ELISA)
    • TRATAMENTO:
      • Zentel® (albendazol) com ou sem corticoide sistêmico.
    ANCILOSTOMÍASE
    • ETIOLOGIA: Ancylostoma duodenale e Necator americanus.
      • Vermes hematófagos.
      • Larva filarioide vive no solo e é a forma infectante.
      • Transmissão cutânea.
    • HABITAT: delgado / geo-helminto.
    • CLÍNICA:
      • Intestinal inespecífico / Sd. de Löeffler
      • Anemia ferropriva
    • DIAGNÓSTICO:
      • EPF com pesquisa de ovos.
    • TRATAMENTO:
      • “Bendazol”.
    ESTRONGILOIDÍASE
    • ETIOLOGIA: Strongyloides stercoralis.
      • Único que elimina larva rabditoide.
      • Larva filarioide vive no solo e é a forma infectante.
      • Em imunossuprimidos (ppal. corticoide) => transformação de rabditoide para filarioide dentro do intestino => AUTOINFESTAÇÃO (risco de sepse).
    • HABITAT: delgado / geo-helminto.
    • CLÍNICA:
      • Lesão cutânea / Sd. de Löeffler.
      • Autoinfestação: forma disseminada e sepse.
    • DIAGNÓSTICO:
      • EPF com técnica de Baermann-Moraes (pesquisa de larva.
    • TRATAMENTO:
      • Revectina® (ivermectina), cambendazol, tiabendazol.
    TRICURÍASE = prolapso retal.
    OXIURÍASE (ENTEROBÍASE) = prurido anal e fita gomada.
    5) SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL 
    • Diarreia funcional
    • Mulheres 30-50 anos.
    • CLÍNICA:
      • Dor abdominal + diarreia e/ou constipação.
      • Diagnóstico de exclusão.
    • DIAGNÓSTICO:
      • Critérios de ROMA III:
        • Dor abdominal pelos menos 3d/mês (últimos 3 meses)
        •                                        E
        • Pelo menos dois: melhora com evacuação / alteração na frequência / alteração na forma das fezes.
    • TRATAMENTO:
      • Sintomático: Luftal® (simeticona), Imosec® (loperamida), dieta.
    6) DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
    6.1) DOENÇA DE CROHN
    • TRANSMURAL + “DA BOCA AO ÂNUS” + NÃO CONTÍNUA (SALPICADA)
    • CLÍNICA:
      • Diarreia + dor abdominal + emagrecimento.
      • Manifestações extraintestinais: eritema nodoso (atividade de doença), cálculo biliar, artrite periférica, cálculo renal.
    • DIAGNÓSTICO:
      • Exame endoscópico com biópsia: pedras de calçamento (cobblestones) e úlceras.
      • Biópsia: granuloma não caseoso (patognomônico).
      • Sorologia: ASCA.
    • TRATAMENTO:
      • Clínico
        • Aminossalicilatos
        • Corticoide (remissão – formas moderada a grave)
        • Antibiótico (Flagyl® +\- Cipro®): DC fistulizante e perianal.
        • Imuran® (azatioprina), Purinethol® (6-mercaptopurina), Methotrexate® (metotrexate), Sandimmun® (ciclosporina), ifliximab
      • Cirúrgico
        • Operar quando houver complicações.
    6.2) RETOCOLITE ULCERATIVA
      • RESTRITA A MUCOSA + RETO E CÓLON + CONTÍNUA E ASCENDENTE
      • CLÍNICA:
        • Diarreia baixa disentérica.
        • Manifestações extraintestinais: pioderma gangrenoso, colangite esclerosante (antimitocôndria), sacroileíte soronegativa (atividade de doença).
    • DIAGNÓSTICO:
      • Exame endoscópico com biópsia: mucosa eritematosa, friável, edemaciada, pseudopólipos.
      • Biópsia: criptite inespecífica.
      • Sorologia: p-ANCA.
    • TRATAMENTO:
      • Clínico
        • Aminossalicilatos
        • Corticoide (remissão – formas moderada a grave)
        • Imuran® (azatioprina), Purinethol® (6-mercaptopurina), Methotrexate® (metotrexate), Sandimmun® (ciclosporina), ifliximab.
      • Cirúrgico
      • Em casos refratários, displasia/câncer, complicações.
      • Eletiva: protocolectomia com bolsa ileal.
      • Urgência: cirurgia a Hartmann.
  • Como intubar um paciente – vídeo

    Como intubar um paciente – vídeoIntubação orotraqueal

    https://www.youtube.com/watch?v=0evxOjO6768&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como intubar um paciente é um conhecimento fundamental para todos os médicos que atuam em ambiente hospitalar ou emergência.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, você aprenderá todos os passos necessários para intubação segura e com máxima chance de sucesso.

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  • Como fazer punção lombar – vídeo

    Como fazer punção lombar

    https://www.youtube.com/watch?v=ErNhuKfoYAU&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    A técnica de como fazer punção lombar tem importante papel no diagnóstico e no tratamento de muitas condições que atingem o neuroeixo e o líquor, como as meningites.

    O vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português, demonstra todo o conhecimento necessário para a realização adequada da técnica.

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