Autor: Daniel Modolo

  • Como fazer paracentese – vídeo

    Como fazer paracentese – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=XPAFno8xcLU&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como fazer uma paracentese é essencial no contexto da emergência e na enfermaria clínica.

    Através da análise do líquido ascítico, é possível inferir a origem do mesmo e a doença subjacente a essa manifestação clínica.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português brasileiro, você aprenderá a técnica de paracentese para coleta de fluido ascítico. Também é contemplada a interpretação do GASA – gradiente de albumina soro-ascite.

    como fazer paracentese

     

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  • Como descrever lesões de pele – vídeo

    Como descrever lesões elementares – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=n6jsMK1UWSc

    As lesões de pele encontradas no exame físico devem ser descritas de maneira clara para que possam ser associadas a uma doença.

    Através do conhecimento das diferentes lesões, o clínico pode descrever os achados do exame de maneira que possam ser compreendidos pelos especialistas.

    A descrição dessas lesões deve ser criteriosa e seguir rigorosamente as nomenclaturas consagradas para cada caso.

    Neste vídeo, produzido pela iniciativa Stanford Medicine 25 e legendado para o português brasileiro, você aprenderá quais são as principais lesões de pele elementares e sua morfologia secundária

    lesões de pele

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  • Como medir o índice tornozelo-braquial – vídeo

    Como medir o Índice Tornozelo-Braquial – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=9reKujBDN4w

    O índice tornozelo-braquial (ITB) é de fundamental importância no diagnóstico da insuficiência arterial periférica.

    Ele fornece uma medida objetiva da fluxo sanguíneo de sangue arterial para o membro acometido.

    Através de um simples Doppler vascular portátil, disponível na maioria dos grandes centros, é possível realizar à beira do leito a medida do ITB.

    Neste vídeo, produzido pela iniciativa Stanford Medicine 25 e legendado para o português brasileiro, você aprenderá todos os passos necessários para a correta aferição desse importante parâmetro do exame das extremidades no paciente portador ou com risco de doença arterial periférica.

    índice tornozelo-braquial

     

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  • Exame neurológico: Reflexos Tendinosos – vídeo

    Exame Neurológico: Reflexos Tendinosos – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=YcpArE2XADA

    O exame neurológico dos reflexos tendinosos nos fornece evidências importantes acerca da saúde das raízes nervosas e do córtex motor.

    Como toda parte do exame físico, deve ser realizada de forma sistemática para determinar o nível de uma possível lesão.

    Neste vídeo, produzido pela iniciativa Stanford Medicine 25 e legendado para o português brasileiro, você aprenderá a realizar os principais reflexos e aprender a qual nível espinhal cada um deles se relaciona.

    exame neurológico

     

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  • Resumo: Leucemias e outras desordens hematológicas

    RESUMO: LEUCEMIAS E OUTRAS DESORDENS HEMATOLÓGICAS

    Para baixar o resumo completo em .pdf, clique aqui.

    leucemias

    Fig. 1 – Bastões de Auer, patognômonicos da Leucemia Mieloide Aguda.

    PANCITOPENIA
    • VALORES
      • Plaquetas < 150.000/mm3
      • Hemoglobina < 12 mg/dL
      • Leucócitos < 4500/mm3
    • CLÍNICA
      • Tendência a sangramento: mucosas, equimoses, petéquias.
      • Cansaço, palidez, astenia, taquicardia, sonolência.
      • Infecções.
    • TRATAMENTO DE SUPORTE
      • Anemia
        • Transfusão de hemácias.
        • Cada concentrado aumenta 1 mg/dL na hemoglobina.
        • Indicação: Hb < 10 mg/dL em sintomáticos ou com comorbidades.
      • Plaquetopenia
        • Transfusão de plaquetas.
        • Cada unidade aumenta as plaquetas em 10.000/mm3.
        • 1 unidade de plaquetas para cada 10 kg de massa.
        • Indicação: plaquetas < 10.000/mm3 (indiscutível – risco de HIC).
        • Não transfundir em PTT e evitar em PTI.
      • Neutropenia febril
        • Neutrófilos < 500/mm3 + febre > 38,5 ºC.
        • Colher culturas, exames de imagem.
        • Betalactâmico com ação antipseudomonas (Cefepima).
        • Se pensar em MRSA, associar Vancomicina (mucosite, cateter infectado, celulite).
        • Se mantiver febre, associar antifúngico (Anfotericina B, caspofungina ou voriconazol).
    • CAUSAS
      • Aspirado de medula (mielograma) para avaliar celularidade.
        • MO vazia
          • Aplasia.
          • Fibrose.
        • MO cheia
          • Todas as outras causas.
          • < 20% blastos = mielodisplasia.
          • > 20% blastos = leucemia aguda.
    FIBROSE DE MEDULA ÓSSEA
    • NOMENCLATURA
      • Primária: metaplasia mieloide agnogênica.
      • Secundária: mieloftise.
    • CLÍNICA 
      • Pancitopenia.
      • Megalias: hepatoesplenomegalia, linfonodomegalias.
      • Sangue periférico: dacriócitos + leucoeritroblastose.
    • TRATAMENTO
      • Suporte.
    APLASIA DE MEDULA (ANEMIA APLÁSICA)
    •  FISIOPATOLOGIA
      • Lesão da célula-tronco.
      • Diversos mecanismos e gatilhos implicados.
      • Dipirona, benzeno, cloranfenicol.
    • CLÍNICA
      • Pancitopenia.
      • Sem visceromegalias: ataque às células-tronco é global, inclusive extramedular.
      • Medula óssea com infiltração gordurosa.
    • TRATAMENTO
      • < 45 anos
        • Transplante alogênico de medula óssea.
      • > 45 anos
        • Imunossupressão.
    MIELODISPLASIA
    • CLÍNICA
      • Idosos.
      • Citopenias.
      • Células anormais: sideroblastos em anel, plaquetas gigantes, eliptócitos, acantócitos etc.
    • DIAGNÓSTICO 
      • Alguma citopenia.
      • Células anormais.
      • < 20% de blastos no aspirado de medula óssea.
    • TRATAMENTO
      • Suporte.
      • Quimioterapia.
      • Transplante de medula óssea (casos selecionados).
    LEUCEMIAS AGUDAS
    • DEFINIÇÃO
      • Bloqueio de maturação das células da medula óssea (blastos).
    • FISIOPATOLOGIA
      • Proliferação do clone leucêmico (blasto).
      • Infiltração da medula – pancitopenia.
      • Leucemização: blastos na circulação (leucocitose por blastos).
      • Infiltração tecidual.
    LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA
    • CLÍNICA
      • Homens idosos.
      • Pancitopenia com leucocitose.
      • Cloromas.
      • CIVD (M3).
      • Hiperplasia gengival (M4 e M5).
    • DIAGNÓSTICO
      • > 20% de blastos na medula óssea.
      • Características dos blastos
        • Morfologia: bastonetes de Auer (patognomônico de LMA).
        • Citoquímica: mieloperoxidase ou Sudan Black B.
        • Imunofenotipagem: CD34, 33, 13 e 14.
        • Citogenética: t(8;21), t(15;17), inv/del 16.
    • SUBTIPOS
      • M0
        • LMA indiferenciada.
        • Prognóstico muito ruim.
      • M1
        • LMA com diferenciação mínima.
        • Prognóstico ruim.
      • M2
        • Leucemia mieloblástica aguda.
        • Subtipo mais comum.
      • M3
        • Leucemia promielocítica aguda.
        • Melhor prognóstico de todos se diagnóstico precoce.
        • Risco de CIVD.
      • M4
        • Leucemia mielomonocítica aguda.
        • Hiperplasia gengival.
      • M5
        • Leucemia monocítica aguda.
        • Hiperplasia gengival.
      • M6
        • Eritroleucemia aguda.
        • Prognóstico muito ruim – muito agressiva.
      • M7
        • Leucemia megacariocítica aguda.
        • Prognóstico muito ruim.
    • TRATAMENTO
      • Quimioterapia / transplante.
      • M3: ácido transretinóico (ATRA).
    LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA
    • GENERALIDADES
      • Câncer MAIS COMUM NA INFÂNCIA!
    • CLÍNICA
      • Crianças.
      • Pancitopenia com leucocitose às custas de linfocitose.
      • Infiltração no SNC ou testículo.
      • Dor óssea.
      • Linfonodomegalias.
    • DIAGNÓSTICO
      • > 20% de blastos na medula óssea.
      • Características dos blastos
        • Citoquímica: PAS positivo.
        • Imunofenotipagem: CD 10, 19, 20 (linfócitos B) / CD 2, 3, 5 (linfócitos T).
        • Citogenética: t(8;14), t(9;22), t(4;11).
    • SUBTIPOS
      • L1
        • Variante infantil.
        • Bom prognóstico: chance de cura até 85%.
      • L2
        • Variante do adulto.
        • Prognóstico muito ruim.
      • L3
        • Leucemia linfocítica aguda Burkitt-like.
      • Leucemia de célula T.
    • TRATAMENTO
      • Quimioterapia por pelo menos dois anos, inclusive intratecal.
      • Transplante de MO em casos selecionados.
    LEUCEMIAS CRÔNICAS 
    • DEFINIÇÃO
      • Proliferação celular não blástica.
      • Excesso de células maduras.
    • TIPOS
      • Síndrome mieloproliferativa (esplenomegalia)
        • Hemácias: policitemia vera.
        • Plaquetas: trombocitemia essencial.
        • Granulócitos: leucemia mielocítica crônica.
      • Síndrome linfoproliferativa (linfonodomegalia)
        • Linfócitos: leucemia linfocítica crônica.
    LEUCEMIA MIELOIDE CRÔNICA
    • GENERALIDADES
      • Cromossomo Philadelphia – t(9;22).
    • CLÍNICA
      • Anemia com síndrome anêmica,
      • Esplenomegalia.
      • Síndrome de leucostase / hiperviscosidade: cefaleia, visão turva, sonolência, hipoxemia, priapismo, gangrenas.
      • Sem infecção (neutrófilos não são defeituosos).
      • Evolui para LMA: crise blástica.
    • LABORATÓRIO 
      • Leucocitose granulocítica acentuada com desvio para esquerda (“infecção mortal”).
      • Fosfatase alcalina leucocitária baixa.
    • DIAGNÓSTICO
      • Clínica.
      • Presença do cromossomo Philadelphia.
    • TRATAMENTO
      • Mesilato de Imatinibe (Gleevec®) – remissão citogenética.
      • Se não responder, transplante de MO.
    LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA 
    • GENERALIDADES
      • Tumor de linfócitos B que não viram plasmócitos.
      • Não tem cura, incidência aumenta com a idade.
      • Mais comum do que LMC.
    • CLÍNICA
      • Idosos.
      • Linfonodomegalia.
      • Esplenomegalia moderada a discreta.
      • Infecções de repetição – imunodepressão.
      • Associação com PTI e anemia hemolítica autoimune (AHAI).
    • DIAGNÓSTICO
      • > 4000 linfócitos B CD5+.
      • Biópsia de medula também tem que revelar linfócitos B CD5+.
    • TRATAMENTO
      • Paliativo se houver penias com Quimioterapia.
      • Tratar complicações e condições associadas: corticoide se PTI ou AHAI.
    POLICITEMIA VERA
    • CLÍNICA
      • Prurido: histamina liberada por mastócitos.
      • Esplenomegalia.
      • Aumento de todas as linhagens celulares (“pancitose”).
      • Síndrome de hiperviscosidade.
      • Úlcera péptica por histamina.
      • Pletora facial.
      • Eritromelalgia: dor em queimação com hiperemia palmo-plantar.
    • DIAGNÓSTICO
      • Afastar hemoconcentração: estimar massa eritrocitária por radioisótopo.
      • Excluir hipoxemia crônica: gasometria arterial (SatO2 > 92%).
      • Clínica + Mutação JAK2.
    • TRATAMENTO
      • Flebotomias de repetição.
      • Hidroxiureia em altas doses.
      • Fósforo radioativo para destruição isolada de hemácias (hemólise controlada).
    TROMBOCITEMIA ESSENCIAL
    • CLÍNICA
      • Plaquetas > 500.000/mm3.
      • Esplenomegalia.
      • Trombose.
      • Sangramento: plaquetas disfuncionantes.
      • Eritromelalgia.
      • Anisocitose plaquetária: PDW.
    • DIAGNÓSTICO
      • Excluir: neoplasias, anemia ferropriva, infecções etc.
    • TRATAMENTO
      • Hidroxiureia.
      • Anagrelida: diminuição plaqueta-específica.
      • AAS em dose baixa para eritromelalgia.
  • Como coletar gasometria arterial – vídeo

    Como coletar gasometria arterial – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=FyyA8HWI9QM&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Coletar uma gasometria arterial para análise bioquímica fornece informações importantes sobre as trocas gasosas e a condição hidrogeniônica dos pacientes

    Apesar de ser um procedimento corriqueiro, a coleta de sangue arterial precisa obedecer uma técnica rígida para sua fiel análise.

    Sua interpretação é necessária em casos de acidose, alcalose e também em condições respiratórias agudas e crônicas.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português brasileiro, você aprenderá a coletar uma amostra de sangue arterial pela artéria radial para análise gasométrica.

    gasometria arterial

     

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  • Resumo: Amenorreia e Infertilidade

    AMENORREIA E INFERTILIDADE

    Para baixar o resumo completo em .pdf, clique aqui.

    amenorreia

    Fig. 1 – Comparação entre genitália interna normal e a genitália interna da Síndrome de Rokitansky.

    AMENORREIA
    • PRIMÁRIA
      • 16 anos com sinais de puberdade.
      • 14 anos sem sinais de puberdade.
    • SECUNDÁRIA 
      • Três ciclos ou seis meses sem menstruação.
    AMENORREIA SECUNDÁRIA
    • INVESTIGAÇÃO
      • 1) Beta-HCG para excluir gestação.
      • 2) TSH e prolactina.
        • Hipotireoidismo
          • Pode causar aumento de prolactina.
        • Hiperprolactinemia
          • Adenomas
            • Solicitar RNM de sela túrcica.
            • Tratamento: cabergolina, bromocriptina.
          • Medicamentosa
            • Metoclopramida.
            • Ranitidina.
            • Neurolépticos.
            • Triciclos.
            • ACO.
          • Outras
            • Gestação,
            • Lactação.
            • Estímulo local.
            • Lesão torácica.
            • Insuficiência renal.
      • 3) Teste da Progesterona
        • Realização
          • Avalia os níveis de estrogênio e trato de saída.
          • Demedrox® 10 mg por 5-10 dias.
        • Houve sangramento
          • Anovulação.
          • Pesquisar causas de ciclos anovulatórios.
        • Não houve sangramento
          • Pode ser deficiência de estrogênio ou problema anatômico.
          • Lesão de endométrio? Asherman? Obstrução ao fluxo?
      • 4) Teste do Estrogênio + Progesterona
        • Realização
          • Avalia endométrio e trato de saída.
          • Estrogênio + Progesterona por 21 dias e depois parada súbita.
        • Houve sangramento
          • Estão excluídas as causas uterovaginais.
          • Ausência de estrogênio por problema ovariano, hipofisário (FSH) ou hipotalâmico (GnRH).
        • Não houve sangramento
          • Confirmado alteração uterovaginal.
          • Solicitar imagem: ultrassonografia, histeroscopia.
      • 5) Dosagem de FSH
        • Alto (> 20)
          • Falência ovariana.
          • Hipogonadismo hipergonadotrófico.
        • Normal ou baixo (< 5)
          • Causa hipofisária ou hipotalâmica.
      • 6) Teste do GnRH
        • Realização
          • Administrar GnRH.
        • Se houver aumento do FSH e do LH
          • Confirma causa hipotalâmica.
        • Se não houver aumento
          • Confirma causa hipofisária.
    AMENORREIA PRIMÁRIA
    • INVESTIGAÇÃO
      • Exame físico
        • Estigmas de Turner.
        • Ausência total de pilificação (Morris).
        • Hímen imperfurado.
      • Caracteres sexuais secundários presentes?
        • SIM
          • Causa só pode ser anatômica, pois eixo hormonal está íntegro!
          • Confirmada causa uterovaginal.
        • NÃO
          • Dosar FSH: se alto, suspeita-se de disgenesia gonadal = solicitar cariótipo. Se baixo, proceder ao teste do GnRH para diferenciar causa hipofisária de hipotalâmica.
    • DOENÇAS ESPECÍFICAS / DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
      • Hipotalâmicas
        • Craniofaringiomas.
        • Síndrome de Kallman: anosmia, cegueira para cores e amenorréia primária.
        • Exercício físico intenso e atletas de alto rendimento.
        • Estresse emocional.
        • Anorexia.
      • Hipofisárias
        • Prolactinoma.
        • Síndrome de Sheehan (apoplexia hipofisária pós-parto): qualquer hemorragia puerperal importante pode causar.
      • Ovarianas
        • Falência ovariana precoce: abaixo dos 40 anos, sintomas de climatério e hipoestrogenismo.
        • Síndrome de Savage: resistência a gonadotrofinas (foliculos não respondem).
        • Diferenciação apenas por biópsia, mas não é realizada na pratica.
        • Disgenesia gonadal
          • Principal causa em paciente com infantilismo sexual.
          • Síndrome de Turner é a mais comum.
          • Disgenesia com cromossoma Y => retirar gônada.
          • Síndrome de Swyer: 46,XY – testículos fibrosados em vez de ovários. Fenótipo feminino completo com genótipo masculino.
      • Uterovaginais
        • Malformações Müllerianas
          • Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser: vagina curta, colo e útero ausentes.
        • Síndrome de Asherman
          • Lesão endometrial com sinéquias uterinas,
          • Tratamento com lies de aderências por histeroscopia.
        • Hiperplasia adrenal congênita
          • Genitália ambígua na mulher.
          • Pseudo-hermafroditismo feminino.
          • Mais comum: deficiência de 21-hidroxilase.
  • Como passar acesso venoso central – vídeo

    Como passar acesso venoso central – vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=0ADtxVjIzug&hl=es&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1

    Saber como passar um acesso venoso central é essencial para o médico.

    Através dele é possível garantir acesso venoso por tempo mais prolongado.

    Além disso, também é possível realizar diálise e fazer infusão de drogas vasoativas.

    Neste vídeo, produzido pelo New England Journal of Medicine e legendado para o português brasileiro, você aprenderá todos os procedimentos necessários para a instalação de um acesso venoso central pela veia jugular interna.

    acesso venoso central

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